mas é diferente da minha perda de memória, ou da dor de cabeça que estou agora. Eu estou doente. Eu sempre soube o que queria, mas eu sempre fui impedida de fazê-lo. A arte nasceu comigo, e sem ela eu não sou nada. Eu estou existindo, mas eu não vivo só por respirar, eu precisava VIVER, mas tudo o que eu faço é chorar e morrer por dentro. E eu acho que só morrer por dentro não está mais tendo o efeito da paz que é morrer de verdade. Eu estou doente, e este vazio aqui dentro não está fazendo bem, ana.